Encontro e desencontros.

Davi. Conheço esse homem a 10 anos e ele é minha perdição, mas poderia ser muito bem meu caminho.
A 10 anos Davi aparece e some sem cerimônia deixando a coisa toda aqui uma bagunça.
Ele diz oi, eu ouço gosto de você, ele diz tudo bem, eu ouço quero você, ele diz novidades eu digo: sim, nosso casamento, 3 de junho, nossos filhos, Lara, Téo e Noah, nossa vida toda prevista! Ainda tenho duvidas sobre nosso teto, sou apaixonada pelo apartamento a 2 quadras daqui, já decorei ele todo, mas se você quiser, vamos pro meio do mato e plantamos tomate, ó céus! Por você, com você, Davi.
Ao longo do tempo, ele criou prática e foi ficando mais ágil. Cada vez que ele aparece parece que demora menos tempo para desarrumar tudo. E eu que entre os intervalos dele, vivo a vida numa boa, me vejo tendo que colocar tudo no lugar. Ele nem sabe de mim, do casamento, dos filhos, da casa, da vida que enfiei ele, mas todo mundo me diz que deveria contar, afinal ele tem direito de escolher se quer ficar ou não. Mas toda vez que começo a desenvolver coragem, ela trava, eu travo, nossa declaração toda trava.
Bom, pelo menos Davi me deu inspiração para escrever esse texto, agora todo mundo sabe que perco as estribeiras de vez em quando, mesmo que ninguém veja.

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Como é que se ama?

Como é que se ama? Tem livro? Regras? Tem lista? (Adoro listas) Qualquer coisa que seja fácil para seguir em frente…
Cai no conto e procurei em todos os lugares possíveis todas as possibilidades que me levassem para longe do espelho, da alma, da verdade. A gente lida com o mundo lá fora e absorve todo caos, dai depois quer limpar tudo com livro e lista? Não dá né. Se você nunca limpa a sujeira que absorveu, quando se olhar no espelho e se enfrentar vai ser porrada atrás de porrada.
Acho que depois que fiquei solteira, isso virou pré requisito, tenho que me amar pra namorar de novo (por isso preciso ficar gostosa e ter o emprego da vida.) é um ciclo que não fecha, amar a si mesmo é a coisa mais difícil que alguém pode fazer.
Não tem lista que faça a gente olhar para dentro com carinho, aceitação, enfrentar quem a gente é, nossos defeitos, nossas qualidades, mudar claro, quando preciso, mais estar presente e bem com o corpo de agora, com os pensamentos de agora, com os sentimentos de agora.

Sem título
Acho que não tem mergulho mais solitário e introspectivo que esse, a gente tem que aprender a se olhar, nua e crua, de verdade, e dói, jesus como dói, mas depois fica leve, e ai se amar se torna cada vez mais divertido. Mas preciso dizer, que é como amar outro alguém, nunca vai ser 100%, tem que praticar a manutenção, e no fim das contas o único item da lista importante é: não ter medo!

Com Amor
Rá Flor.

A coisa mais nobre que você pode fazer…

Sempre acreditei que o mundo é muito mundo, muito mágico para fazer o movimento robótico que a sociedade me impõe a anos: Nascer, brincar (com as brincadeiras especificas para meu gênero- feminino no caso), estudar, casar, ter filhos, ter emprego, estabilidade, sobreviver e morrer).

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Nãããão, pra mim nada disso nunca fez sentido. Mas preciso dizer que tentei, foram algumas demissões profissionais, um relacionamento de anos encerrado e muitas noites (muitas mesmo) de choro, nunca entendi qual era a dificuldade em seguir o protocolo social.
Iniciei minha jornada de auto conhecimento e auto aceitação e procura pelo meu propósito de vida, em meados de 2016, eu tinha acabado de sair de um emprego e mudei de cidade para casar, simplesmente assim. Era uma luta interna ser eu e fazer tudo a minha volta funcionar (meu casamento, minha vida profissional e a expectativa da vida estável que meus pais tem comigo). Então descobri que precisava ser positiva, antes de mais nada, como já sou uma sonhadora nada, por algum instante pensei que esse era meu propósito, tinha que enfiar guela abaixo positividade nas pessoas e ao mesmo tempo vivendo esse processo de desconstrução e desconstrução do meu ser novamente, usei meu blog para isso, e foram infinitas técnicas que queria compartilhar, pois achava que seria a solução dos meus problemas, nada foi como imaginei.
Mas acho que uma das primeiras lições que aprendi nesses ultimos dois anos, tentando me encontrar, e mostrar o caminho para os outros é que a coisa mais nobre que a gente pode fazer é ser a gente mesmo (e se a gente não souber quem é, ter paciência para descobrir) mas principalmente deixar os outros seguirem suas jornadas, ainda que seja de sofrimento e dor, cada um cria a sua própria realidade e eu só posso mandar amor, mas mais que isso, preciso respeitar o tempo e as ideias (limitadas) de cada um que passa pelo meu caminho.
Ainda estou no processo, me conhecendo, me amando, me aceitando, me modificando, acho que nunca vou deixar de estar. Espero que cada um que tenha lido esse texto, assim como eu, esteja cada dia mais integro e puro, mas respeitando o espaço alheio seja como for.

Com Amor
RaFlor

 

 

 

Para ele, com amor. (porque é preciso encerrar ciclos)

Esse texto não é tentativa desesperada de nada. É apenas um ponto final que eu precisava e você não quis ouvir. Não é pra te fazer sentir falta, nem raiva, nem nada.
Quando fui embora você me disse: “não se preocupe, a gente vai voltar ainda, a gente vai ficar junto de novo.” e meu único pensamento meu foi: “esse é meu medo!”
Foi questão de horas, e por algum motivo maluco no meio de muito choro eu pedi pra voltar, pra ficar, e você acatou a ideia. Nossos últimos meses foi um cabo de guerra de mim comigo mesma, de um lado era meu sonho de vida com você e de outro era eu,eu renovada, eu na minha melhor fase. Foi preciso muito desabafo, muita terapia e no meio do medo e alivio de ficar sem você a gente chegou ao fim. Tudo tem fim, como é que a gente ia sobreviver sem cuidado? Não tinha jeito, né?

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Eu não sei quem entendeu primeiro que só amor não basta, mas foi alivio e esperança, para mim no dia que me deixei ir.
Seja doce tá? Fique bem, porque por mais que você mereça seus podres listados aqui, te quero bem. Eu estou bem.

ps: Sou uma eterna romântica. Eu quebro a cara, mas sempre que me recupero volto a pensar em casamento, envelhecer junto, casinha com cachorros e toda coisa do pacote. 

Assédio x Amor.

Quando fiquei solteira o assunto ´´contatinhos/amor´´ viraram papo freqüente na roda, bom, pelo menos comecei a reparar mais. E  eu nova de novo no assunto, resolvi ver o que tinha de bom disponível.
Pois bem, confesso que perdi a paciência, parece que os anos vão passando e a gente não tolera qualquer coisa, nem qualquer papo, nem qualquer toque, qualquer coisa que não some, que no mínimo não te deixe feliz no after, não serve. É perda de tempo.

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Ao longo desses últimos meses me rendeu alguns papos, e duas saídas (bem casuais) porque voltar pra vida de solteira é um processo lento, pelo menos pra mim.

Uma dessas saídas, ganhei um amigão, e como adoro esses presentes que a vida me da!

E uma dessas saídas me rendeu um assédio. Fomos em um bar e um determinado momento da noite fiquei sozinha com o cara e o papo estava de boa até que ele se aproximou para me beijar e eu me afastei, esse processo aconteceu umas 5 vezes (na segunda tentativa eu já estava de olho para ver onde o resto do povo estava) então o cara me solta a perola da noite e o papo foi mais ou menos o seguinte:

– porque você está se afastando, quero te beijar.
– eu não quero.
– porque não?
– porque não estou afim.
– mais você tem que me beijar, você é tão incrível que vou insistir até você ceder.

Eu embora estivesse consciente e incomoda com a situação, estava com álcool na veia, o que me deixa mais devagar do que o normal .
Então para tentar fugir da situação e do cara sai para pegar uma outra cerveja e tentar encontrar minhas amigas, mas o cidadão foi atrás, afinal ele disse que iria insistir.
Nessa hora me deu 5 segundos de bobeira e fui beijada, A FORÇA.  Não tive reação, tentei sair o mais rápido dali. Os: além da insistência para me beijar, queria me levar pra casa dele a qualquer custo. Só faltou falar que tinha obrigação de ir.
E pela primeira vez em 30 anos fui assediada, encuralada e humilhada (porque sim, quando alguém força a barra com você, esse é o sentimento. )
Eu não quero perder a esperança no amor, e é algo que estou trabalhando, porque que atire a primeira pedra quem não quer um parceiro de vida, mas confesso que agora travei de novo. Amor, em breve te vejo, até lá vou curando esse buracão confuso que a vida deixou.

 

Estou me namorando.

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Os últimos cinco anos eu namorei um cara e no segundo que deixei ir, me pedi em namoro (mas não foi um ato consciente) me dei conta disso dias atrás, quando me peguei pensando como seria o próximo (porque sempre tem um próximo) – “mas tem que ser muito, TEM QUE SER FODÁSTICO!” Eu dizia a mim mesma.
Não estou levantando bandeira nenhuma do “foda-se você, quem vale aqui sou eu”. Não é isso, mas para eu dividir meu tempo, minha atenção, meu cafuné, minhas escolhas e meus sonhos o cara tem que ser o cara e mais um pouco! Afinal sou amante de um coração bem cuidadinho.
Terminei duas vezes com meu namorado (agora ex), na primeira doeu, acho que não estava sabendo lidar com essa coisa de estar solteira novamente, sofri e fugi (tanto que voltei atrás). Agora estou decidida e para me tirar dessa zona de conforto, tem que valer a pena. Esse negócio de auto-amor é tão nobre, que mesmo que a gente ame a presença dos outros é irresistível ficar sozinha.
Tem gente que me pergunta como é que consigo ficar tanto tempo sozinha, e preciso dizer: se eu não fizer isso, entro em parafusos (é muito pensamento/ideia para colocar em ordem.)
Agora para dividir o amor de novo: Tem que rir junto, sonhar junto, compartilhar, viver junto, tem que amar minha familia, e me levar para familia dele, tem que gostar da minha companhia na mesma intensidade que eu gostar da dele porque se não for assim, nem vale a pena.
Enquanto isso, sigo conhecendo um novo mundo cheio de possibilidades…

 

Meu novo mundo…

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Eu sou uma pessoa de fato muiiiiiiiito carente. Qualquer pessoa que me de cinco minutos se prepara pro textão, porque se tem uma pessoa que fala da vida em 5 minutos, essa pessoa sou eu (para o bem ou para o mal, eu falo de mim e falo demais.)
Meus últimos cinco anos foram bem confortáveis porque eu tinha uma pessoa que eu compartilhava, tudo, então não percebia minha carência dando sopa por ai. Foram bons 5 anos, mas como todas coisas na vida (ou quase todas) esse é um ciclo que tinha que fechar e agora estou sem ter alguém para jogar papo fora as 3 da manhã (caso eu queira). As pessoas tem as vidas delas, ainda que sejamos muito amigas/os a proporção é outra. Então eu me encontro em duas situações:
Uma delas é como lidar com não ter alguém do meu lado, 24 horas por dia. Na verdade a meses já venho lidando com isso. Não sei dizer ainda se estou progredindo ou me lamentando, mas tenho em mente que a vida segue.
A segunda e talvez principal, é quem sou eu? isso porque agora me encontro em uma nova fase de descoberta e agora quem sou eu sozinha? Sem as dores, os sonhos, as alegrias do outro? Agora sou eu e ele não levou meus sonhos, mas me tirou os deles. Quando a gente tem 30 anos, começa a fazer um balanço natural da nossa vida e da nossa alma, e quando uma situação muda, principalmente quando acaba, ou um emprego de muito tempo ou um relacionamento (como é meu caso) parece que a gente tem um mundo novo para lidar e para amar. Estou curiosa!

E vocês, como lidaram com situações onde é tudo novo de novo? Quais são os truques? Compartilha comigo! 

Desafio 30 dias – Avançar na vida profissional – O que realmente aconteceu.

Estou com vergonha alheia de mim mesma. Explico: Primeira semana do desafio, estava tudo pronto e foi maravilhoso. A sensação foi ótima. Afinal, não precisei me preocupar. O problema começou na segunda semana e não terminou. De lá para cá foram três semanas de frustrações, falta de criatividade sem fim e abandono do meu cantinho.

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Reproduzir conteúdo é moleza, agora vai criar a coisa toda pra ver o trabalhão que dá… Sabia que seria difícil, mas para mim (juntando com a correria do dia-a-dia, já que trabalho fora) foi impossível.
Preciso fazer isso de novo e dessa vez cumprir o desafio, sem furos não é mesmo? Porque dessa vez tenho que lidar com o fato que não consegui e ficar bem comigo mesma.

Você já se propôs a um desafio e não teve o resultado que esperava? Me conte aqui como foi e como você lidou com isso. Assim a gente se ajuda, ou melhor, você me ajuda e eu juro que retribuo em breve. 

10 coisas que eu fiz antes dos 30 anos e como me sinto sobre elas.

Minha lista de coisas para fazer antes 30 anos tinha um item: Descobrir o que quero fazer da vida (profissionalmente) e botar o plano em ação. Não cumpri, e me sinto um pouco ansiosa e frutada por chegar a essa idade começando do zero e sem nada. Mas como nem tudo são espinhos, experiências servem para muitas coisas e ao longo desses 30 anos, acumulei algumas… Separei 10 e contei como me sinto sobre elas, vem ver:

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1- Andar de ônibus.

Minha mãe já dizia, andar de ônibus forma carácter. Verdade ou não, a gente fica mais independente e mais agilizado. No começo onde era tudo novidade, era uma maravilha, mas depois foi ficando chato, claro que carro ajuda, mas andar de ônibus é um exercício para paciência, para diversidade, para gentileza. É quase um teste para você ser mais humano. Acho sim, que a gente quando usa ônibus fica menos “idiota”, e mais atento as coisas, a gente precisa andar de ônibus para conhecer o mundo com outro olhar.

2- Dormir em barraca.

Comecei a viajar com 15 anos, e a grana era bem miúda, a gente economizava onde por onde dava, mas era uma aventura. Bom, não posso negar, fui bem aventureira quando era mais nova, hoje estou um pouco mais fresca e com coluna doida (muito velha, né). O fato é: tudo que é novidade é bacana, então a gente se divertia. É uma boa experiência para se ter, várias vezes. A gente sempre conhecia muita gente quando ficava em barraca.

3- Olhar para dentro.

Isso foi uma das coisas mais dificeis de fazer e que mudou tudo. Na verdade é ainda um exercicio em desenvolvimento, mas por anos me ignorava e vivia de uma maneira bem pesada (uma vez fiz uma terapia corporal e levei um susto) como a gente ignorar as coisas e não olhar para dentro pesa. Vez ou outra ainda “compro briga” porque não realizo sonho dos outros. É um exercicio diário e cada vez mais me sinto feliz comigo mesma.

4- Me mudei de cidade (por 5 meses).

E quase deixei minha mãe de cabelos em pé. Sou muito impulsiva, embora não tenha sido uma decisão exatamente louca, também não foi nada planejada. Dei algumas semanas para minha mãe se acostumar com a ideia e fui para Campo Grande- MS. No fim das contas, não me adaptei, mas ficar longe das mulheres da minha vida, me fez crescer e muito.

5- Subir nas alturas.

Quando eu era pequena, era super aventureira, adorava um morro. Mas ai cresci e fiquei medrosa. Lembro que fiz o caminho do itupava (aqui no Paraná) e tive que lidar com muitos precipícios. Acho que foi ali que traumatizei. Teve outra vez que chorei para subir em uma pedra para ver o por do sol, do alto de um morro. Porque a pedra dava para outras pedras que dava pro mar, e ai… Se eu caisse, era o fim. Todas as vezes que enfrentei meu medo tive vistas incríveis e uma paz sensacional. Mas não é sempre que faço isso não. Admito, sou medrosa.

6- Fazer um diário da gratidão.

Comecei ano passado, e embora seja difícil manter a consistência, quando consigo me sinto mais leve e fica mais fácil de enfrentar as dificuldades e minha realidade.

7- Escrever uma carta para mim.

Ainda não abri, fiz uma para abrir em 5 anos, na é a melhor e a pior fase da minha vida. A melhor porque estou me conhecendo, finalmente e a pior porque estou tendo que começar tudo do zero, e quando eu digo tudo, é tudo mesmo.

8- Largar um emprego. (isso não é um incentivo)

Eu não sei se vocês sabem, mas não tenho um currículo de dar inveja (embora seja muito boa na minha área de formação e em tudo que eu coloco esforço), sempre quando um emprego já não me fazia bem, ou eu largava ele e já estava com outro em vista, ou fui demitida, mas nunca tive medo de largar ou ser largada de um emprego. Para mim, sempre foi algo que aconteceu e bora resolver o problema. O fato é que nunca levei muito desaforo para casa, sempre quando cheguei ao meu limite o mundo me ajudava de alguma forma.

9- Fazer exercícios (com consistência).

Quando me mudei para Campo Grande- Ms, foi a época que implementei o exercício na minha vida e de uma maneira ou de outra, essa foi uma ótima decisão, consegui controlar meu peso, meu corpo e minha mente mudaram. Quando a gente começa a fazer exercício parece que a vida fica outra (eu caminhava 1 hora por dia, isso é: 4km +/-). É clichê, mas é um dos melhores conselhos que alguém te da quando quer te ver pra frente.

10- Fazer mini reformas.

Quando eu digo mini reformas, é mini mesmo. Tipo mudar móveis de lugar, colocar uma planta no ambiente, fazer varal de fotos, mudar a cor da colcha. Quando fiz essas coisas, o ar do meu quarto mudou, me sentia muito no pinterest, embora não tivesse nem perto. O que vale é se sentir bem com a gente e com o ambiente que a gente vive.

E vocês, quais experiências te tornaram uma pessoa melhor e mais feliz?

 

Minha queda criativa e como estou me inspirando.

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Uma semana depois de me comprometer com o desafio posts de segunda a sexta, falhei (por isso não dei sinal de vida ). Deu tiuti nos parafusos e nada sai, simplesmente assim. Estou em busca de técnicas para mudar esse quadro. Preciso confessar que cinco posts por semana, é de fato um desafio para mim e além de mexer com meus neurônios, mexe com a minha autoestima, afinal fico ansiosa se vou conseguir ajudar alguém, isso é cumprir o objetivo deste blog.
Para me ajudar um pouquinho e ajudar vocês também… O blog The everygirl está lotado de histórias inspiradoras para gente ficar com vontade de colocar a mão na massa e realizar nossos objetivos. Como a história da Jenna uma fotografa de casamentos que utilizou seu instagram para montar vários outros negócios (aliás, veja o instagram dela, é de morrer de amores) ou como Toni Ko lançou A NXY Cosmetics e tornou-se uma das mulheres mais ricas da America.
Já deixa a gente com esperança e vontade de fazer acontecer só por terem histórias inspiradoras e por serem mulheres, mais ainda, vai dizer?

Vem conferir junto e abrir uma daquelas portas, para desbloquear a criatividade e principalmente para deixar a luz dos seus sonhos brilhante, porque se elas podem, nós podemos também!