Estou me namorando.

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Os últimos cinco anos eu namorei um cara e no segundo que deixei ir, me pedi em namoro (mas não foi um ato consciente) me dei conta disso dias atrás, quando me peguei pensando como seria o próximo (porque sempre tem um próximo) – “mas tem que ser muito, TEM QUE SER FODÁSTICO!” Eu dizia a mim mesma.
Não estou levantando bandeira nenhuma do “foda-se você, quem vale aqui sou eu”. Não é isso, mas para eu dividir meu tempo, minha atenção, meu cafuné, minhas escolhas e meus sonhos o cara tem que ser o cara e mais um pouco! Afinal sou amante de um coração bem cuidadinho.
Terminei duas vezes com meu namorado (agora ex), na primeira doeu, acho que não estava sabendo lidar com essa coisa de estar solteira novamente, sofri e fugi (tanto que voltei atrás). Agora estou decidida e para me tirar dessa zona de conforto, tem que valer a pena. Esse negócio de auto-amor é tão nobre, que mesmo que a gente ame a presença dos outros é irresistível ficar sozinha.
Tem gente que me pergunta como é que consigo ficar tanto tempo sozinha, e preciso dizer: se eu não fizer isso, entro em parafusos (é muito pensamento/ideia para colocar em ordem.)
Agora para dividir o amor de novo: Tem que rir junto, sonhar junto, compartilhar, viver junto, tem que amar minha familia, e me levar para familia dele, tem que gostar da minha companhia na mesma intensidade que eu gostar da dele porque se não for assim, nem vale a pena.
Enquanto isso, sigo conhecendo um novo mundo cheio de possibilidades…

 

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COMO O FEMINISMO GANHOU FORÇA NA MINHA VIDA.

Sim, sou feminista. Mas antes de mais nada preciso agradecer as três mulheres da minha vida que brilham sua luz, doa a quem doer e poderiam dominar o mundo. Sem elas, eu não seria metade do que sou hoje.
Já que sou uma completa desastrada, por anos não percebi os episódios patéticos de machismo e hoje tenho algumas cicatrizes, ainda que não tenha parado de viver.  Preciso agradecer, todos os dias, pois essa não é exatamente uma realidade para mim. Pelo menos não me percebia nessas situações, até o ultimo ano. De lá pra cá, principalmente quando comecei a criticar, a usar minha voz, a coisa toda apareceu, de uma forma bem sutil, e eu fiquei ainda mais querendo gritar pro mundo o quanto isso é errado, patético. O quanto precisamos e merecemos espaço. Ter que falar para alguém que você é gente como a gente, é desgastante, mas é preciso.
Lembro muito bem o primeiro episodio que me incomodou muito: estava na oitava série e para minha idade, tinha um corpo mais desenvolvido, isso é: seios maiores que as meninas da minha idade, eu sentava na frente da mesa da professora. As minhas amigas do colégio me alertaram: “os meninos estão indo tirar duvidas com a professora, para olharem seus peitos”, foi ai então que reparei em questão de 20 minutos, 5 garotos estavam cheios de duvidas. Fechei o casaco e acho que nunca mais abri, vale um detalhe aqui: usava uniforme, sem decote algum. O segundo episódio aconteceu no ano seguinte (tudo bem que eu não era uma boa aluna), mas a diretora chamou minha mãe, porque estava incomodada com a minha blusa, afinal, os homens tinham desejos e eu estava “despertando” o tesão nos caras. Com 15 anos eu não era dona do meu corpo e meus seios eram o troféu do demônio. Nunca mais usei decote (até ano passado).
Mas o divisor de águas (quando comecei a ficar de fato empoderada) aconteceu ano passado, na minha mudança para Campo Grande. Eu não me lembro de sair um dia na rua, sozinha (andar 5 quadras para ir ao mercado), sem ouvir um “gostosa” ou uma buzinada, ou uma encarada. Parece que vivi 30 anos de machismo em 5 meses longe de casa. Lá teve dois episódios que me marcaram muito, ambos com o mesmo contexto: No meio do meu exercício matinal, um deles: fui perseguida por um cara de carro, na volta para casa. O segundo deles, e acho que mais tenso: foi no meio da minha caminhada, um cara de moto parou no meio da rua e começava a me olhar, a cara dele me dava medo. E isso aconteceu por alguns dias. Depois disso, nunca mais corri sozinha.

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A gente fica indignada quando ouve as histórias por ai, mas quando sente o sentimento do abuso, da violência, da opressão, é quase como virar a chavinha! Ai meu amigo, o silêncio vira grito. Precisamos nos empoderar! Merecemos o direito pela nossa vida e nosso corpo.
Aos senhores donos do discurso “feminismo é mimimi” eu cheguei e se depender de mim, e desse blog, seus dias de intolerância estão contados.
E para finalizar gostaria de dizer que a partir de hoje qualquer história disposta aqui, terão seus personagens com nomes trocados (óbvio). Até breve!

Ps: Esse post é para informar que senti a necessidade de começar a falar sobre feminismo e que esse será um tema bastante abordado aqui no blog. E claro, convidar a todos a entrar nesse lindo universo paralelo (tão legal quanto unicórnios).
Se você tiver alguma história, conselho, pitaco ou qualquer coisa para compartilhar, por favor, não deixe para depois.

Meu novo mundo…

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Eu sou uma pessoa de fato muiiiiiiiito carente. Qualquer pessoa que me de cinco minutos se prepara pro textão, porque se tem uma pessoa que fala da vida em 5 minutos, essa pessoa sou eu (para o bem ou para o mal, eu falo de mim e falo demais.)
Meus últimos cinco anos foram bem confortáveis porque eu tinha uma pessoa que eu compartilhava, tudo, então não percebia minha carência dando sopa por ai. Foram bons 5 anos, mas como todas coisas na vida (ou quase todas) esse é um ciclo que tinha que fechar e agora estou sem ter alguém para jogar papo fora as 3 da manhã (caso eu queira). As pessoas tem as vidas delas, ainda que sejamos muito amigas/os a proporção é outra. Então eu me encontro em duas situações:
Uma delas é como lidar com não ter alguém do meu lado, 24 horas por dia. Na verdade a meses já venho lidando com isso. Não sei dizer ainda se estou progredindo ou me lamentando, mas tenho em mente que a vida segue.
A segunda e talvez principal, é quem sou eu? isso porque agora me encontro em uma nova fase de descoberta e agora quem sou eu sozinha? Sem as dores, os sonhos, as alegrias do outro? Agora sou eu e ele não levou meus sonhos, mas me tirou os deles. Quando a gente tem 30 anos, começa a fazer um balanço natural da nossa vida e da nossa alma, e quando uma situação muda, principalmente quando acaba, ou um emprego de muito tempo ou um relacionamento (como é meu caso) parece que a gente tem um mundo novo para lidar e para amar. Estou curiosa!

E vocês, como lidaram com situações onde é tudo novo de novo? Quais são os truques? Compartilha comigo! 

Desafio 30 dias – Avançar na vida profissional – O que realmente aconteceu.

Estou com vergonha alheia de mim mesma. Explico: Primeira semana do desafio, estava tudo pronto e foi maravilhoso. A sensação foi ótima. Afinal, não precisei me preocupar. O problema começou na segunda semana e não terminou. De lá para cá foram três semanas de frustrações, falta de criatividade sem fim e abandono do meu cantinho.

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Reproduzir conteúdo é moleza, agora vai criar a coisa toda pra ver o trabalhão que dá… Sabia que seria difícil, mas para mim (juntando com a correria do dia-a-dia, já que trabalho fora) foi impossível.
Preciso fazer isso de novo e dessa vez cumprir o desafio, sem furos não é mesmo? Porque dessa vez tenho que lidar com o fato que não consegui e ficar bem comigo mesma.

Você já se propôs a um desafio e não teve o resultado que esperava? Me conte aqui como foi e como você lidou com isso. Assim a gente se ajuda, ou melhor, você me ajuda e eu juro que retribuo em breve. 

10 coisas que eu fiz antes dos 30 anos e como me sinto sobre elas.

Minha lista de coisas para fazer antes 30 anos tinha um item: Descobrir o que quero fazer da vida (profissionalmente) e botar o plano em ação. Não cumpri, e me sinto um pouco ansiosa e frutada por chegar a essa idade começando do zero e sem nada. Mas como nem tudo são espinhos, experiências servem para muitas coisas e ao longo desses 30 anos, acumulei algumas… Separei 10 e contei como me sinto sobre elas, vem ver:

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1- Andar de ônibus.

Minha mãe já dizia, andar de ônibus forma carácter. Verdade ou não, a gente fica mais independente e mais agilizado. No começo onde era tudo novidade, era uma maravilha, mas depois foi ficando chato, claro que carro ajuda, mas andar de ônibus é um exercício para paciência, para diversidade, para gentileza. É quase um teste para você ser mais humano. Acho sim, que a gente quando usa ônibus fica menos “idiota”, e mais atento as coisas, a gente precisa andar de ônibus para conhecer o mundo com outro olhar.

2- Dormir em barraca.

Comecei a viajar com 15 anos, e a grana era bem miúda, a gente economizava onde por onde dava, mas era uma aventura. Bom, não posso negar, fui bem aventureira quando era mais nova, hoje estou um pouco mais fresca e com coluna doida (muito velha, né). O fato é: tudo que é novidade é bacana, então a gente se divertia. É uma boa experiência para se ter, várias vezes. A gente sempre conhecia muita gente quando ficava em barraca.

3- Olhar para dentro.

Isso foi uma das coisas mais dificeis de fazer e que mudou tudo. Na verdade é ainda um exercicio em desenvolvimento, mas por anos me ignorava e vivia de uma maneira bem pesada (uma vez fiz uma terapia corporal e levei um susto) como a gente ignorar as coisas e não olhar para dentro pesa. Vez ou outra ainda “compro briga” porque não realizo sonho dos outros. É um exercicio diário e cada vez mais me sinto feliz comigo mesma.

4- Me mudei de cidade (por 5 meses).

E quase deixei minha mãe de cabelos em pé. Sou muito impulsiva, embora não tenha sido uma decisão exatamente louca, também não foi nada planejada. Dei algumas semanas para minha mãe se acostumar com a ideia e fui para Campo Grande- MS. No fim das contas, não me adaptei, mas ficar longe das mulheres da minha vida, me fez crescer e muito.

5- Subir nas alturas.

Quando eu era pequena, era super aventureira, adorava um morro. Mas ai cresci e fiquei medrosa. Lembro que fiz o caminho do itupava (aqui no Paraná) e tive que lidar com muitos precipícios. Acho que foi ali que traumatizei. Teve outra vez que chorei para subir em uma pedra para ver o por do sol, do alto de um morro. Porque a pedra dava para outras pedras que dava pro mar, e ai… Se eu caisse, era o fim. Todas as vezes que enfrentei meu medo tive vistas incríveis e uma paz sensacional. Mas não é sempre que faço isso não. Admito, sou medrosa.

6- Fazer um diário da gratidão.

Comecei ano passado, e embora seja difícil manter a consistência, quando consigo me sinto mais leve e fica mais fácil de enfrentar as dificuldades e minha realidade.

7- Escrever uma carta para mim.

Ainda não abri, fiz uma para abrir em 5 anos, na é a melhor e a pior fase da minha vida. A melhor porque estou me conhecendo, finalmente e a pior porque estou tendo que começar tudo do zero, e quando eu digo tudo, é tudo mesmo.

8- Largar um emprego. (isso não é um incentivo)

Eu não sei se vocês sabem, mas não tenho um currículo de dar inveja (embora seja muito boa na minha área de formação e em tudo que eu coloco esforço), sempre quando um emprego já não me fazia bem, ou eu largava ele e já estava com outro em vista, ou fui demitida, mas nunca tive medo de largar ou ser largada de um emprego. Para mim, sempre foi algo que aconteceu e bora resolver o problema. O fato é que nunca levei muito desaforo para casa, sempre quando cheguei ao meu limite o mundo me ajudava de alguma forma.

9- Fazer exercícios (com consistência).

Quando me mudei para Campo Grande- Ms, foi a época que implementei o exercício na minha vida e de uma maneira ou de outra, essa foi uma ótima decisão, consegui controlar meu peso, meu corpo e minha mente mudaram. Quando a gente começa a fazer exercício parece que a vida fica outra (eu caminhava 1 hora por dia, isso é: 4km +/-). É clichê, mas é um dos melhores conselhos que alguém te da quando quer te ver pra frente.

10- Fazer mini reformas.

Quando eu digo mini reformas, é mini mesmo. Tipo mudar móveis de lugar, colocar uma planta no ambiente, fazer varal de fotos, mudar a cor da colcha. Quando fiz essas coisas, o ar do meu quarto mudou, me sentia muito no pinterest, embora não tivesse nem perto. O que vale é se sentir bem com a gente e com o ambiente que a gente vive.

E vocês, quais experiências te tornaram uma pessoa melhor e mais feliz?

 

4 perfis no instagram que estou amando.

Foi um final de semana e uma semana corrida, mas nada mudou e continuo no primeiro degrau no quesito “queda criativa”, que abordei post passado. Vocês não devem estar querendo saber como está minha agenda nem sobre as travas dos meus parafusos, mas… Se tem uma coisa que continua funcionando bem é a onda de inspiração e meu vicio pelo instagram. Então hoje separei 5 perfis que estou amando e já morrendo de vontade de tirar fotos lindas. Ganharam meu coração, em pouco tempo e acredito mesmo que vai ganhar o coração de vocês também.

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Jenna foi uma esperta e usou seu instagram para dar vida a vários outros negócios, acho que é uma mulher que inspira, porque a postura dela já passa aquela leveza que a gente quer ta junto e descobrir como a mágica acontece, além de ser uma fotografa incrível (que é seu foco profissional) de casamentos.

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Rusticbones

Jéssica é uma fotografa freelancer que deu vida ao Rustic Bones, primeiro como blog pessoal para compartilhar moda e fotografia. E claro compartilha tudo com a gente também através do instagram, principalmente viagens, natureza, estilo de vida, moda e saúde. A criação de imagens é a paixão dela, e é muito claro isso!

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Tezzamb

Tezza é uma blogueira e fotografa (pelo menos é o que eu consegui entender) que se mudou para Nova York e está compartilhando tudo nas redes sociais dela, as fotos são maravilhosas, são coloridas, mas com uma pegada mais leve, ela mostra de tudo no feed, a vida, os looks. Duvido que você não goste!

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Mari é uma blogueira/youtuber que compartilha a vida, com o fedd todo fofinho e divertido. Minha vontade é de perguntar para ela qual é o filtro dela, que deixa as fotos exclusivas (nunca vi igual) e da onde vem essa criatividade maravilhosa.

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E ai, gostaram das indicações? Eu, viciada que sou em instagram, amo perfis novos, vocês tem algum que morrem de amores para compartilhar? 

Minha queda criativa e como estou me inspirando.

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Uma semana depois de me comprometer com o desafio posts de segunda a sexta, falhei (por isso não dei sinal de vida ). Deu tiuti nos parafusos e nada sai, simplesmente assim. Estou em busca de técnicas para mudar esse quadro. Preciso confessar que cinco posts por semana, é de fato um desafio para mim e além de mexer com meus neurônios, mexe com a minha autoestima, afinal fico ansiosa se vou conseguir ajudar alguém, isso é cumprir o objetivo deste blog.
Para me ajudar um pouquinho e ajudar vocês também… O blog The everygirl está lotado de histórias inspiradoras para gente ficar com vontade de colocar a mão na massa e realizar nossos objetivos. Como a história da Jenna uma fotografa de casamentos que utilizou seu instagram para montar vários outros negócios (aliás, veja o instagram dela, é de morrer de amores) ou como Toni Ko lançou A NXY Cosmetics e tornou-se uma das mulheres mais ricas da America.
Já deixa a gente com esperança e vontade de fazer acontecer só por terem histórias inspiradoras e por serem mulheres, mais ainda, vai dizer?

Vem conferir junto e abrir uma daquelas portas, para desbloquear a criatividade e principalmente para deixar a luz dos seus sonhos brilhante, porque se elas podem, nós podemos também!

 

 

Como eu estou (tentando) parar a guerra da imagem corporal.

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Minha primeira paixonite aconteceu com 13 anos ou em torno disso, e eu estava na sexta-série, por alguma razão mirei no menino moreno, magro, alto de olhos claros (pelo menos era assim que eu via) e claro que ele estava de olho na menina mais gata da escola, loira, magra, de olhos azuis. No dia em que minha paixonite secreta foi descoberta, esse menino literalmente gritava e ria ao mesmo tempo, zombando de mim. Meu coração se quebrou e talvez eu tenha passado os últimos 15 anos (um pouco mais, talvez) ainda tentando zerar esse episódio. Dois anos depois meu corpo começou a se desenvolver e eu tinha seios, grandes. Eu sentava na primeira cadeira na frente da mesa da professora e as meninas da sala me alertaram “os garotos estão indo até a professora tirar duvida, mas na verdade querem olhar seus seios”. Vocês conseguem imaginar como me sentia horrível e “atraente” ao mesmo tempo? Meu corpo era algo que precisava gerenciar, controlar e arrumar, tudo ao mesmo tempo. Nos últimos 15 anos eu não fiz nada disso, bem pelo contrário, sabotei meu sistema e o resultado são 30kg a mais, e minha mãe dizendo que gente gorda não tem espaço no mundo, ela não faz por mal, porque já esteve nos dois lados e sabe a diferença que é.
Minha mãe, depois que despenquei nos cuidados com meu corpo,e engordei absurdamente passou a cobrar que eu emagrecesse, “afinal, gente gorda nunca é bem vinda”, claro que temos um movimento acontecendo para que esses discursos sejam quebrados, mas a verdade é que ainda sinto olhares tortos.  Claro que parte disso tem a ver com a minha alimentação péssima.

Essa não é uma história de como levei a pior, é uma história de como me tornei e escolhi viver melhor. 

Por mais que o movimento de desconstrução esteja acontecendo, os padrões existem e ainda são a base da moeda social. Nós somos observados, julgados e o peso está nas primeiras categorias de você ser digna ou não de algo.
Por alguns meses, lá pelos meus 20 e poucos anos eu estivesse no meu auge, e adivinha o que aconteceu de especial? Nada significativo. Não me tornei mais gentil, menos egoísta, não fiquei mais inteligente ou bem sucedida. Claro, recebi alguns elogios, o que fez com que minha autoestima melhorasse um pouco na época.
A enfase na imagem corporal não parou, mas de um ano para cá comecei a cuidar um pouco de mim o que refletiu no meu corpo. Implementei na minha rotina a meditação e a caminhada (embora tenha muito trabalho ainda para fazer disso um habito), isso me ajudou a me afastar das narrativas negativas.
As pessoas me perguntavam quando vou voltar a ficar magra, afinal, isso é o que falta para que minha beleza apareça. Eu escutei. Prestei muita atenção. E então fiquei chateada. É um tipo de comentário injusto, confuso e perigoso – também foi um pedaço de tempo que gastei energia para superar.
Eu sei que tem muita gente que sofre até mais do que eu, porque quando a gente fala de corpo e gordura a gente mexe com a autoestima e liberdade das pessoas. Precisamos levantar, superar e evoluir. A 15 anos atrás quando aquele menino apontou o dedo e riu de mim, eu não virei só uma piada de colégio, meu amor próprio (que estava sendo construído) desabou.

Amor próprio não se constrói em um dia, uma semana, um mês e arrisco dizer, até um ano… Leva tempo.

E eu levei anos para entender que isso é importante e como trabalho nisso, por isso tudo que acontece nesse blog, principalmente quando é algo sobre auto amor, não é só para vocês, é para mim. É como eu estou experimentando algo incrível e quero dividir para ajudar. Fazer o trabalho e aceitar (e trabalhar para melhorar) o corpo, não é uma tarefa nada fácil, as cobranças e padrões externos nada nos ajudam. Uma das coisas que sempre me lembro (e esqueço) é que não posso esperar nada de ninguém para me sentir bem. Este é um trabalho importante. Alivia a pressão sobre meu corpo, meu peso e minha vida e me abre a porta para sentir a liberdade, para a oportunidade de me concentrar em áreas da minha vida que são valiosas, mais importantes e mais gratificantes do que parece.

Se você se esqueceu desse fato, e precisa de um lembrete, eu ofereço um: Você já é forte. Você é uma cuidadora de um corpo capaz de façanhas incríveis – seu coração bate! Seus pulmões se enchem de ar! Suas pernas movem-se para e de lugares! – o que significa que seu corpo é seu amigo, e não um inimigo que deve ser derrotado no primeiro fracasso percebido.  Porque o que você pesa não tem peso em termos do seu valor.

 

12 coisas que você pode fazer para melhorar sua saúde

Você está se sentindo bem com você? Está preso em uma rotina? Sente uma sensação geral de mal estar? Se não, você está no caminho certo.
Sentir-se saudável é estar com tudo em cima nos aspectos físicos, mentais e sociais de nossas vidas, ou seja, se alguma área está esquecida, o resultado pode ser desastroso.
Existem algumas coisas (algumas clichês, mas que vale a pena repetir) que podemos fazer para melhorar esse quadro e voltar a nos sentir incrível. Então por onde começamos?

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1. Beba mais água.

Sim, você não aguenta mais ouvir todo mundo te mandando beber água, mas a verdade é que ser desidratado pode afetar tudo de uma maneira bem negativa, desde seu foco mental, metabolismo e até a energia.
Truque: Mantenha uma garrafa de água sempre em mãos e fácil alcance, o ideal são pelo menos dois litros de água por dia. Se você tiver uma garrafa de um litro, fica mais fácil controlar para saber como está seu consumo, sem achismo.

2. Programe exercícios físicos.

Trabalhar um bom suor libera endorfinas, isso é: pode transformar o pior dos estados de espírito, para melhor óbvio. Mas a parte difícil é começar. Por isso uma boa maneira de garantir que seus exercícios realmente aconteçam é agendá-los no seu calendário e que essa data não seja negociável, é preciso muita força de vontade. Principalmente no começo.
Truque: Se você fura com sua força de vontade, pense em as aulas que são ótimas porque você pode agendá-las antecipadamente. Muitos cobram uma taxa de cancelamento, o que ajudará a responsabilizá-lo. Convide um amigo para se juntar a você para uma aula, pois adiciona outra camada de responsabilidade.

3. Vá para a cama mais cedo.

Em vez de ficar acordado até tarde para assustar o Netflix, desenvolva um ritual para dormir quanto tempo realmente precisa. Tente evitar telas como o seu telefone e a TV pelo menos uma hora antes da cama.
Truque: Use este tempo para práticas de autocuidado como meditação, banho ou uma rotina calmante de cuidados com a pele. Saiba quantas horas de sono você precisa para funcionar no seu melhor (para a maioria das pessoas é 8).

4. Faça um plano de refeições.

Reserve um tempinho no domingo, por exemplo, para criar um plano de refeição saudável, você se prepara para se sentir incrível.
Truque: Se você é novo no planejamento de refeições, comece pequeno: Prepare apenas uma refeição saudável e um lanche no início da semana, isso ajudará a poupar-lhe as despesas desnecessárias e a fazer escolhas favoritas e com o tempo o planejamento mais fácil.

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5. Coma sem distrações.

Minha mãe sempre diz que comer sem distrações reduz o consumo excessivo, reduz a ansiedade e você se concentra de fato em comer. Nós somos todos culpados de sentar na frente da TV ou tocando no nosso telefone enquanto comemos.
Truque: Força de vontade. Esteja presente quando for comer, para isso é importante que você não esteja com pressa e que a alimentação não seja feita no intervalo ou prestes a começar algum programa preferido. Escolha de um bom momento ajuda muito.

6. Tire 5/20 minutos para desestressar.

Sim, apenas cinco minutos já pode fazer um mundo de diferença. Sempre falo por aqui da pratica da meditação – Experimente. E caso já tenha experimentado e essa prática não for pra você (o que acho muito difícil.) opte por estar em contato com natureza, ou um banho relaxante.
Truque: Tudo que você precisa é um lugar calmo, fique confortável e sente-se calmamente durante cinco minutos. Concentre-se em sua respiração e quando sua mente começa a vagar, traga seu foco de volta à sua respiração. O resultado é certo.

7. Saia para o lado de fora de casa. 

Gente, contato com a floresta é realmente uma coisa maravilhosa. Estar na natureza melhora a sua saúde mental, em vez ficar em casa aproveitando a netflix em um dia de sol, vá a um parque ou faça uma trilha e colha os benefícios de sair.
Truque: Faça um treino com um amigo ou planeje um piquenique, caminhada, etc. É grátis e você vai desestressar com contato social e exercitar-se ao mesmo tempo. E claro, se você desejar maximizar sua experiência com a natureza, planeje um fim de semana de acampamento para explorar uma beleza natural.

8. Prática de gratidão.

Ser grato lhe obriga a mudar seu foco do ruim para o bem e é maravilhoso. A gratidão (que foi cientificamente comprovada) tem resultados para melhorar saúde, autoestima, saúde mental e até mesmo dormir. A prática pode mudar sua vida.
Truque: Comece se comprometendo com um tempo consistente, tipo um ritual da hora de dormir. Com uma caneta e papel, ou um caderno de gratidão. Pense pelo que foi grata no dia de hoje e escreva ” Estou grata por…”. Tem dias que será incrível e as coisas vão surgir com facilidade e tem dias que vai ser um pouco mais difícil, respire fundo e deixe fluir. Mantenha essa pratica e repare os sinais de mudança.

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9. Sorria com frequência!

Um sorriso pode melhorar seu humor e reduzir o estresse. Então, vire os cantos da sua boca para cima, mesmo que não tenha motivos. Coisas boas vem com sorrisos abertos!

10. Sente-se direto.

Quando nos sentimos cansados ​​e deprimidos, nossos ombros tendem a se encurralar para dentro, nossas espinhas se acumulam, e basicamente caímos em nós mesmos. Sentar em linha reta pode melhorar instantaneamente a sua confiança, abrir os pulmões para obter mais energia e aumentar seu humor. De olho na postura!

11. Junte-se com um amigo.

Quando as coisas ficam dificil é comum que a gente se isole. Mas um bom bate papo com um amigo/a pode reduzir o estress e aumentar nosso sentimento de presença e felicidade.
Truque: Se conectar com pelo menos um amigo, tem que ser prioridade. E se você fizer qualquer uma das dicas acima, tipo praticar exercício, fica bem mais divertido e você já elimina duas dicas em uma jogada só. Show né?

12. Leia os rótulos.

Já estamos carecas de saber que o que os fabricantes podem, eles “escondem” de nós, isso é: está tudo escrito naquelas letrinhas minusculas feitas exclusivamente para passar batido, ou seja, é um abuso de açúcar, produtos químicos nos nossos alimentos, o que definitivamente, não precisamos, nem deveríamos consumir.
Truque: Assuma o controle. Menos é mais quando se trata de ingredientes, então leia os rótulos para garantir que você esteja colocando combustível premium em seu corpo.

E você? O que faz para se sentir melhor com você e sua vida? Me conta nos comentários. 

 

 

 

Guia Básico – Como organizar seu escritório.

Sei que talvez hoje você esteja com aquela pontinha no coração de cansaço, afinal, já é segunda, e você precisa voltar a rotina e começar tudo de novo.
Como não gosto desse sentimento de “ai que saco, tudo de novo”, a gente precisa dar um jeito na coisa toda. E um dos jeitos que você pode ter para amenizar a “dor” e ficar mais feliz e consequentemente mais produtiva é deixar seu espaço de trabalho com uma carinha mais bonitinha e principalmente organizado, juro juradinho que a alma fica mais leve. Afinal, muito justo uma pitata de amor no ambiente que você passa a maior parte do seu dia.
Seu escritório precisa se adequar a sua atividade, por exemplo: Se você necessita de um espaço mais calmo, opte por gavetas e armários, painéis de visualização e um plano de trabalho são ótimas opções. Então vamos a alguns pontos que é importante prestar atenção:

Identifique a localização de cada objeto.

Para ficar mais fácil de se achar, divida as categorias: Tipo papéis em caixas, documentos em gavetas, lápis em canecas, material de escritório reserva em armários, objetos decorativos em prateleiras. Não importa onde, mas a organização precisa ter uma lógica para facilitar o acesso na hora da busca.

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Você precisa de espaço.

Sei que a gente acha tudo fofo e precisa disso para viver, mas bom lembrar que você precisa de um espaço para trabalhar e não um porão entulhado, se o teu escritório ficar bagunçado (mesmo que seja a sua bagunça) é muito provável que você perca o foco e fique mais cansado. Então quanto mais objetivo for seu escritório, melhor.

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Luz é vida.

Não preciso nem dizer né, você trabalha a maior parte do tempo, então se puder, por favor, utilize a luz a seu favor. Quanto mais luz tiver (principalmente natural) mais leveza você vai sentir, e ai o ciclo acontece: Você se sente leve, fica bem, foca melhor e produz mais.

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Ferramentas de trabalho organizadas.

Nada de fazer bagunça e pilhas que você se encontra. Não, não não, lembra da dica 1, ali em cima, cada coisa em seu lugar, isso serve também para o computador, telefone, papéis, canetas… Você vai deixando, deixando, daqui a pouco não se encontra. E mesmo que você se encontre, o tempo que leva não é nada rápido.

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Limpeza e higiene do local fazem parte da organização.

Ainda que você faça seu café da tarde e um lanche, evite deixar copos e xícaras espalhados pela mesa e também papéis amassados no chão.

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 Organize as gavetas, caixas e cestos

Para colocar canetas, lápis, borrachas e outros acessórios que você utiliza no dia a dia; Não deixe fios espalhados pelo chão. O ideal é mantê-los longe da sua visão, nesse caso, os organizadores de fios vão ajudar muito. Se puder, dê preferência para aparelhos sem fio (como mouse, teclado e telefone sem fio).

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E ai gostaram das dicas? Foi realmente útil? Comenta aqui em baixo o que você faz pra deixar seu office organizado ou o que falta para deixar ele com a carinha dos sonhos?