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Encontro e desencontros.

Davi. Conheço esse homem a 10 anos e ele é minha perdição, mas poderia ser muito bem meu caminho.
A 10 anos Davi aparece e some sem cerimônia deixando a coisa toda aqui uma bagunça.
Ele diz oi, eu ouço gosto de você, ele diz tudo bem, eu ouço quero você, ele diz novidades eu digo: sim, nosso casamento, 3 de junho, nossos filhos, Lara, Téo e Noah, nossa vida toda prevista! Ainda tenho duvidas sobre nosso teto, sou apaixonada pelo apartamento a 2 quadras daqui, já decorei ele todo, mas se você quiser, vamos pro meio do mato e plantamos tomate, ó céus! Por você, com você, Davi.
Ao longo do tempo, ele criou prática e foi ficando mais ágil. Cada vez que ele aparece parece que demora menos tempo para desarrumar tudo. E eu que entre os intervalos dele, vivo a vida numa boa, me vejo tendo que colocar tudo no lugar. Ele nem sabe de mim, do casamento, dos filhos, da casa, da vida que enfiei ele, mas todo mundo me diz que deveria contar, afinal ele tem direito de escolher se quer ficar ou não. Mas toda vez que começo a desenvolver coragem, ela trava, eu travo, nossa declaração toda trava.
Bom, pelo menos Davi me deu inspiração para escrever esse texto, agora todo mundo sabe que perco as estribeiras de vez em quando, mesmo que ninguém veja.

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6 meses depois.

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Namoro a distância parece um alienígena maluco, pensa comigo: quando a gente ouve a alguém dizer que está namorando uma pessoa a 1220 km (ou mais – ou menos), a gente faz aquela cara de embasbacado e diz que aquilo não vai dar certo, que você não conseguiria, que deus me ajude a me livrar disso dai!
Meu namoro foi todo pros lados dele, eu ia mais lá do que ele vinha… Quando a gente se relacionava isso era ruim, porque aquele vinculo que a gente cria com a família, com as coisas, e o resto da história toda não tinha.
Mas mudei de ideia, se tem uma coisa boa de deixar a história longe de você é que depois do término a gente consegue andar pela cidade sem medo de encontrar a criatura e sua turma toda. A gente não constrói nada no nosso metro quadrado de segurança e na hora da dor, tudo fica mais fácil, porque a gente não tem que superar o banco que tomou sorvete, ou o jantar especial no seu restaurante preferido, ou aquela surpresa de domingo no parque mais famoso da cidade… A gente não precisa se desfazer das lembranças, não tem apego visual, ta tudo na mente e essa a gente aprende a controlar. Que loucura né?
No final das contas, não importa o tipo de relacionamento que você tenha, eles acabam, ou pelo menos alguns deles. E o jeito é respirar e começar de novo. O importante mesmo é nunca desistir de amar, afinal, tem moda mais gostosa que essa?

 

 

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Como é que se ama?

Como é que se ama? Tem livro? Regras? Tem lista? (Adoro listas) Qualquer coisa que seja fácil para seguir em frente…
Cai no conto e procurei em todos os lugares possíveis todas as possibilidades que me levassem para longe do espelho, da alma, da verdade. A gente lida com o mundo lá fora e absorve todo caos, dai depois quer limpar tudo com livro e lista? Não dá né. Se você nunca limpa a sujeira que absorveu, quando se olhar no espelho e se enfrentar vai ser porrada atrás de porrada.
Acho que depois que fiquei solteira, isso virou pré requisito, tenho que me amar pra namorar de novo (por isso preciso ficar gostosa e ter o emprego da vida.) é um ciclo que não fecha, amar a si mesmo é a coisa mais difícil que alguém pode fazer.
Não tem lista que faça a gente olhar para dentro com carinho, aceitação, enfrentar quem a gente é, nossos defeitos, nossas qualidades, mudar claro, quando preciso, mais estar presente e bem com o corpo de agora, com os pensamentos de agora, com os sentimentos de agora.

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Acho que não tem mergulho mais solitário e introspectivo que esse, a gente tem que aprender a se olhar, nua e crua, de verdade, e dói, jesus como dói, mas depois fica leve, e ai se amar se torna cada vez mais divertido. Mas preciso dizer, que é como amar outro alguém, nunca vai ser 100%, tem que praticar a manutenção, e no fim das contas o único item da lista importante é: não ter medo!

Com Amor
Rá Flor.

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A coisa mais nobre que você pode fazer…

Sempre acreditei que o mundo é muito mundo, muito mágico para fazer o movimento robótico que a sociedade me impõe a anos: Nascer, brincar (com as brincadeiras especificas para meu gênero- feminino no caso), estudar, casar, ter filhos, ter emprego, estabilidade, sobreviver e morrer).

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Nãããão, pra mim nada disso nunca fez sentido. Mas preciso dizer que tentei, foram algumas demissões profissionais, um relacionamento de anos encerrado e muitas noites (muitas mesmo) de choro, nunca entendi qual era a dificuldade em seguir o protocolo social.
Iniciei minha jornada de auto conhecimento e auto aceitação e procura pelo meu propósito de vida, em meados de 2016, eu tinha acabado de sair de um emprego e mudei de cidade para casar, simplesmente assim. Era uma luta interna ser eu e fazer tudo a minha volta funcionar (meu casamento, minha vida profissional e a expectativa da vida estável que meus pais tem comigo). Então descobri que precisava ser positiva, antes de mais nada, como já sou uma sonhadora nada, por algum instante pensei que esse era meu propósito, tinha que enfiar guela abaixo positividade nas pessoas e ao mesmo tempo vivendo esse processo de desconstrução e desconstrução do meu ser novamente, usei meu blog para isso, e foram infinitas técnicas que queria compartilhar, pois achava que seria a solução dos meus problemas, nada foi como imaginei.
Mas acho que uma das primeiras lições que aprendi nesses ultimos dois anos, tentando me encontrar, e mostrar o caminho para os outros é que a coisa mais nobre que a gente pode fazer é ser a gente mesmo (e se a gente não souber quem é, ter paciência para descobrir) mas principalmente deixar os outros seguirem suas jornadas, ainda que seja de sofrimento e dor, cada um cria a sua própria realidade e eu só posso mandar amor, mas mais que isso, preciso respeitar o tempo e as ideias (limitadas) de cada um que passa pelo meu caminho.
Ainda estou no processo, me conhecendo, me amando, me aceitando, me modificando, acho que nunca vou deixar de estar. Espero que cada um que tenha lido esse texto, assim como eu, esteja cada dia mais integro e puro, mas respeitando o espaço alheio seja como for.

Com Amor
RaFlor

 

 

 

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Morretes – onde ir?

A ultima sexta-feira de férias foi o dia que tiramos para aproveitar (eu, minha mãe meu padastro), digo isso para me justificar na maior cara de pau pela falta de qualidade das fotos que deixaram a lembrança desse dia, e aquele gostinho de quero mais, mas vale dizer que ao vivo tudo é mais incrível, a energia de Morretes é surreal!

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Bom nosso objetivo era passar o dia em Morretes, uma cidade no litoral do paraná (embora não seja praia) da pra aproveitar muito. E pra quem nunca ouviu falar, lá tem o famoso barreado, comida tipica, ou seja, esse almoço fazia parte da programação, porém descobrimos um novo restaurante: Villa Morretes e posso dizer, nos surpreendeu!
Primeiro porque o lugar por si só, já é incrível, integrado com a natureza, a decoração rustica e aconchegante. O restaurante já existe a 13 anos e confesso que ficamos curiosos quem foi o arquiteto de lá, porque cada detalhe faz nossos olhos brilharem.

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Não é um restaurante baratoooo, custa em média R$ 90,00 por pessoa, mas pedindo a sequencia a vontade que vem frutos do mar e barreado faz valer cada centavo, a comida é fresca, BEM caprichada e os sabores maravilhosos!
Comer e contemplar a natureza com o som dos passarinhos e da água, foi uma experiencia incrível.  35a1f33c-be4b-46e8-813d-2a93061efea954845269-d2b8-4a45-91d9-728c5f391517a66dcc22-1bae-4ad5-af26-491ce0d9fb61abc1ee52-be29-42fc-bb2f-22d9b59ff0422091ee54-7e56-4fe3-97ee-e02140bcf1f4cc1e09db-f462-4902-8604-da3b4cf88524e6af2b93-1eb8-4ac6-9bf3-d244b8c101eb

Claro que não poderíamos passar por morretes sem aproveitar para dar uma volta e ficar na pracinha  na beira do rio, aproveitando a brisa. Na rua principal tem várias construções incríveis que vale o passeio para apreciar a arquitetura e lojinhas locais…
Para quem se interessar em passeios diferentes, ai tá uma opção e vale para qualquer estação.

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Para ele, com amor. (porque é preciso encerrar ciclos)

Esse texto não é tentativa desesperada de nada. É apenas um ponto final que eu precisava e você não quis ouvir. Não é pra te fazer sentir falta, nem raiva, nem nada.
Quando fui embora você me disse: “não se preocupe, a gente vai voltar ainda, a gente vai ficar junto de novo.” e meu único pensamento meu foi: “esse é meu medo!”
Foi questão de horas, e por algum motivo maluco no meio de muito choro eu pedi pra voltar, pra ficar, e você acatou a ideia. Nossos últimos meses foi um cabo de guerra de mim comigo mesma, de um lado era meu sonho de vida com você e de outro era eu,eu renovada, eu na minha melhor fase. Foi preciso muito desabafo, muita terapia e no meio do medo e alivio de ficar sem você a gente chegou ao fim. Tudo tem fim, como é que a gente ia sobreviver sem cuidado? Não tinha jeito, né?

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Eu não sei quem entendeu primeiro que só amor não basta, mas foi alivio e esperança, para mim no dia que me deixei ir.
Seja doce tá? Fique bem, porque por mais que você mereça seus podres listados aqui, te quero bem. Eu estou bem.

ps: Sou uma eterna romântica. Eu quebro a cara, mas sempre que me recupero volto a pensar em casamento, envelhecer junto, casinha com cachorros e toda coisa do pacote. 

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COMO O FEMINISMO GANHOU FORÇA NA MINHA VIDA.

Sim, sou feminista. Mas antes de mais nada preciso agradecer as três mulheres da minha vida que brilham sua luz, doa a quem doer e poderiam dominar o mundo. Sem elas, eu não seria metade do que sou hoje.
Já que sou uma completa desastrada, por anos não percebi os episódios patéticos de machismo e hoje tenho algumas cicatrizes, ainda que não tenha parado de viver.  Preciso agradecer, todos os dias, pois essa não é exatamente uma realidade para mim. Pelo menos não me percebia nessas situações, até o ultimo ano. De lá pra cá, principalmente quando comecei a criticar, a usar minha voz, a coisa toda apareceu, de uma forma bem sutil, e eu fiquei ainda mais querendo gritar pro mundo o quanto isso é errado, patético. O quanto precisamos e merecemos espaço. Ter que falar para alguém que você é gente como a gente, é desgastante, mas é preciso.
Lembro muito bem o primeiro episodio que me incomodou muito: estava na oitava série e para minha idade, tinha um corpo mais desenvolvido, isso é: seios maiores que as meninas da minha idade, eu sentava na frente da mesa da professora. As minhas amigas do colégio me alertaram: “os meninos estão indo tirar duvidas com a professora, para olharem seus peitos”, foi ai então que reparei em questão de 20 minutos, 5 garotos estavam cheios de duvidas. Fechei o casaco e acho que nunca mais abri, vale um detalhe aqui: usava uniforme, sem decote algum. O segundo episódio aconteceu no ano seguinte (tudo bem que eu não era uma boa aluna), mas a diretora chamou minha mãe, porque estava incomodada com a minha blusa, afinal, os homens tinham desejos e eu estava “despertando” o tesão nos caras. Com 15 anos eu não era dona do meu corpo e meus seios eram o troféu do demônio. Nunca mais usei decote (até ano passado).
Mas o divisor de águas (quando comecei a ficar de fato empoderada) aconteceu ano passado, na minha mudança para Campo Grande. Eu não me lembro de sair um dia na rua, sozinha (andar 5 quadras para ir ao mercado), sem ouvir um “gostosa” ou uma buzinada, ou uma encarada. Parece que vivi 30 anos de machismo em 5 meses longe de casa. Lá teve dois episódios que me marcaram muito, ambos com o mesmo contexto: No meio do meu exercício matinal, um deles: fui perseguida por um cara de carro, na volta para casa. O segundo deles, e acho que mais tenso: foi no meio da minha caminhada, um cara de moto parou no meio da rua e começava a me olhar, a cara dele me dava medo. E isso aconteceu por alguns dias. Depois disso, nunca mais corri sozinha.

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A gente fica indignada quando ouve as histórias por ai, mas quando sente o sentimento do abuso, da violência, da opressão, é quase como virar a chavinha! Ai meu amigo, o silêncio vira grito. Precisamos nos empoderar! Merecemos o direito pela nossa vida e nosso corpo.
Aos senhores donos do discurso “feminismo é mimimi” eu cheguei e se depender de mim, e desse blog, seus dias de intolerância estão contados.
E para finalizar gostaria de dizer que a partir de hoje qualquer história disposta aqui, terão seus personagens com nomes trocados (óbvio). Até breve!

Ps: Esse post é para informar que senti a necessidade de começar a falar sobre feminismo e que esse será um tema bastante abordado aqui no blog. E claro, convidar a todos a entrar nesse lindo universo paralelo (tão legal quanto unicórnios).
Se você tiver alguma história, conselho, pitaco ou qualquer coisa para compartilhar, por favor, não deixe para depois.

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Meu novo mundo…

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Eu sou uma pessoa de fato muiiiiiiiito carente. Qualquer pessoa que me de cinco minutos se prepara pro textão, porque se tem uma pessoa que fala da vida em 5 minutos, essa pessoa sou eu (para o bem ou para o mal, eu falo de mim e falo demais.)
Meus últimos cinco anos foram bem confortáveis porque eu tinha uma pessoa que eu compartilhava, tudo, então não percebia minha carência dando sopa por ai. Foram bons 5 anos, mas como todas coisas na vida (ou quase todas) esse é um ciclo que tinha que fechar e agora estou sem ter alguém para jogar papo fora as 3 da manhã (caso eu queira). As pessoas tem as vidas delas, ainda que sejamos muito amigas/os a proporção é outra. Então eu me encontro em duas situações:
Uma delas é como lidar com não ter alguém do meu lado, 24 horas por dia. Na verdade a meses já venho lidando com isso. Não sei dizer ainda se estou progredindo ou me lamentando, mas tenho em mente que a vida segue.
A segunda e talvez principal, é quem sou eu? isso porque agora me encontro em uma nova fase de descoberta e agora quem sou eu sozinha? Sem as dores, os sonhos, as alegrias do outro? Agora sou eu e ele não levou meus sonhos, mas me tirou os deles. Quando a gente tem 30 anos, começa a fazer um balanço natural da nossa vida e da nossa alma, e quando uma situação muda, principalmente quando acaba, ou um emprego de muito tempo ou um relacionamento (como é meu caso) parece que a gente tem um mundo novo para lidar e para amar. Estou curiosa!

E vocês, como lidaram com situações onde é tudo novo de novo? Quais são os truques? Compartilha comigo! 

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Desafio 30 dias – Avançar na vida profissional – O que realmente aconteceu.

Estou com vergonha alheia de mim mesma. Explico: Primeira semana do desafio, estava tudo pronto e foi maravilhoso. A sensação foi ótima. Afinal, não precisei me preocupar. O problema começou na segunda semana e não terminou. De lá para cá foram três semanas de frustrações, falta de criatividade sem fim e abandono do meu cantinho.

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Reproduzir conteúdo é moleza, agora vai criar a coisa toda pra ver o trabalhão que dá… Sabia que seria difícil, mas para mim (juntando com a correria do dia-a-dia, já que trabalho fora) foi impossível.
Preciso fazer isso de novo e dessa vez cumprir o desafio, sem furos não é mesmo? Porque dessa vez tenho que lidar com o fato que não consegui e ficar bem comigo mesma.

Você já se propôs a um desafio e não teve o resultado que esperava? Me conte aqui como foi e como você lidou com isso. Assim a gente se ajuda, ou melhor, você me ajuda e eu juro que retribuo em breve. 

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10 coisas que eu fiz antes dos 30 anos e como me sinto sobre elas.

Minha lista de coisas para fazer antes 30 anos tinha um item: Descobrir o que quero fazer da vida (profissionalmente) e botar o plano em ação. Não cumpri, e me sinto um pouco ansiosa e frutada por chegar a essa idade começando do zero e sem nada. Mas como nem tudo são espinhos, experiências servem para muitas coisas e ao longo desses 30 anos, acumulei algumas… Separei 10 e contei como me sinto sobre elas, vem ver:

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1- Andar de ônibus.

Minha mãe já dizia, andar de ônibus forma carácter. Verdade ou não, a gente fica mais independente e mais agilizado. No começo onde era tudo novidade, era uma maravilha, mas depois foi ficando chato, claro que carro ajuda, mas andar de ônibus é um exercício para paciência, para diversidade, para gentileza. É quase um teste para você ser mais humano. Acho sim, que a gente quando usa ônibus fica menos “idiota”, e mais atento as coisas, a gente precisa andar de ônibus para conhecer o mundo com outro olhar.

2- Dormir em barraca.

Comecei a viajar com 15 anos, e a grana era bem miúda, a gente economizava onde por onde dava, mas era uma aventura. Bom, não posso negar, fui bem aventureira quando era mais nova, hoje estou um pouco mais fresca e com coluna doida (muito velha, né). O fato é: tudo que é novidade é bacana, então a gente se divertia. É uma boa experiência para se ter, várias vezes. A gente sempre conhecia muita gente quando ficava em barraca.

3- Olhar para dentro.

Isso foi uma das coisas mais dificeis de fazer e que mudou tudo. Na verdade é ainda um exercicio em desenvolvimento, mas por anos me ignorava e vivia de uma maneira bem pesada (uma vez fiz uma terapia corporal e levei um susto) como a gente ignorar as coisas e não olhar para dentro pesa. Vez ou outra ainda “compro briga” porque não realizo sonho dos outros. É um exercicio diário e cada vez mais me sinto feliz comigo mesma.

4- Me mudei de cidade (por 5 meses).

E quase deixei minha mãe de cabelos em pé. Sou muito impulsiva, embora não tenha sido uma decisão exatamente louca, também não foi nada planejada. Dei algumas semanas para minha mãe se acostumar com a ideia e fui para Campo Grande- MS. No fim das contas, não me adaptei, mas ficar longe das mulheres da minha vida, me fez crescer e muito.

5- Subir nas alturas.

Quando eu era pequena, era super aventureira, adorava um morro. Mas ai cresci e fiquei medrosa. Lembro que fiz o caminho do itupava (aqui no Paraná) e tive que lidar com muitos precipícios. Acho que foi ali que traumatizei. Teve outra vez que chorei para subir em uma pedra para ver o por do sol, do alto de um morro. Porque a pedra dava para outras pedras que dava pro mar, e ai… Se eu caisse, era o fim. Todas as vezes que enfrentei meu medo tive vistas incríveis e uma paz sensacional. Mas não é sempre que faço isso não. Admito, sou medrosa.

6- Fazer um diário da gratidão.

Comecei ano passado, e embora seja difícil manter a consistência, quando consigo me sinto mais leve e fica mais fácil de enfrentar as dificuldades e minha realidade.

7- Escrever uma carta para mim.

Ainda não abri, fiz uma para abrir em 5 anos, na é a melhor e a pior fase da minha vida. A melhor porque estou me conhecendo, finalmente e a pior porque estou tendo que começar tudo do zero, e quando eu digo tudo, é tudo mesmo.

8- Largar um emprego. (isso não é um incentivo)

Eu não sei se vocês sabem, mas não tenho um currículo de dar inveja (embora seja muito boa na minha área de formação e em tudo que eu coloco esforço), sempre quando um emprego já não me fazia bem, ou eu largava ele e já estava com outro em vista, ou fui demitida, mas nunca tive medo de largar ou ser largada de um emprego. Para mim, sempre foi algo que aconteceu e bora resolver o problema. O fato é que nunca levei muito desaforo para casa, sempre quando cheguei ao meu limite o mundo me ajudava de alguma forma.

9- Fazer exercícios (com consistência).

Quando me mudei para Campo Grande- Ms, foi a época que implementei o exercício na minha vida e de uma maneira ou de outra, essa foi uma ótima decisão, consegui controlar meu peso, meu corpo e minha mente mudaram. Quando a gente começa a fazer exercício parece que a vida fica outra (eu caminhava 1 hora por dia, isso é: 4km +/-). É clichê, mas é um dos melhores conselhos que alguém te da quando quer te ver pra frente.

10- Fazer mini reformas.

Quando eu digo mini reformas, é mini mesmo. Tipo mudar móveis de lugar, colocar uma planta no ambiente, fazer varal de fotos, mudar a cor da colcha. Quando fiz essas coisas, o ar do meu quarto mudou, me sentia muito no pinterest, embora não tivesse nem perto. O que vale é se sentir bem com a gente e com o ambiente que a gente vive.

E vocês, quais experiências te tornaram uma pessoa melhor e mais feliz?

 

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4 perfis no instagram que estou amando.

Foi um final de semana e uma semana corrida, mas nada mudou e continuo no primeiro degrau no quesito “queda criativa”, que abordei post passado. Vocês não devem estar querendo saber como está minha agenda nem sobre as travas dos meus parafusos, mas… Se tem uma coisa que continua funcionando bem é a onda de inspiração e meu vicio pelo instagram. Então hoje separei 5 perfis que estou amando e já morrendo de vontade de tirar fotos lindas. Ganharam meu coração, em pouco tempo e acredito mesmo que vai ganhar o coração de vocês também.

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Jenna foi uma esperta e usou seu instagram para dar vida a vários outros negócios, acho que é uma mulher que inspira, porque a postura dela já passa aquela leveza que a gente quer ta junto e descobrir como a mágica acontece, além de ser uma fotografa incrível (que é seu foco profissional) de casamentos.

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Jéssica é uma fotografa freelancer que deu vida ao Rustic Bones, primeiro como blog pessoal para compartilhar moda e fotografia. E claro compartilha tudo com a gente também através do instagram, principalmente viagens, natureza, estilo de vida, moda e saúde. A criação de imagens é a paixão dela, e é muito claro isso!

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Tezzamb

Tezza é uma blogueira e fotografa (pelo menos é o que eu consegui entender) que se mudou para Nova York e está compartilhando tudo nas redes sociais dela, as fotos são maravilhosas, são coloridas, mas com uma pegada mais leve, ela mostra de tudo no feed, a vida, os looks. Duvido que você não goste!

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Mari é uma blogueira/youtuber que compartilha a vida, com o fedd todo fofinho e divertido. Minha vontade é de perguntar para ela qual é o filtro dela, que deixa as fotos exclusivas (nunca vi igual) e da onde vem essa criatividade maravilhosa.

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E ai, gostaram das indicações? Eu, viciada que sou em instagram, amo perfis novos, vocês tem algum que morrem de amores para compartilhar? 

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12 coisas que você pode fazer para melhorar sua saúde

Você está se sentindo bem com você? Está preso em uma rotina? Sente uma sensação geral de mal estar? Se não, você está no caminho certo.
Sentir-se saudável é estar com tudo em cima nos aspectos físicos, mentais e sociais de nossas vidas, ou seja, se alguma área está esquecida, o resultado pode ser desastroso.
Existem algumas coisas (algumas clichês, mas que vale a pena repetir) que podemos fazer para melhorar esse quadro e voltar a nos sentir incrível. Então por onde começamos?

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1. Beba mais água.

Sim, você não aguenta mais ouvir todo mundo te mandando beber água, mas a verdade é que ser desidratado pode afetar tudo de uma maneira bem negativa, desde seu foco mental, metabolismo e até a energia.
Truque: Mantenha uma garrafa de água sempre em mãos e fácil alcance, o ideal são pelo menos dois litros de água por dia. Se você tiver uma garrafa de um litro, fica mais fácil controlar para saber como está seu consumo, sem achismo.

2. Programe exercícios físicos.

Trabalhar um bom suor libera endorfinas, isso é: pode transformar o pior dos estados de espírito, para melhor óbvio. Mas a parte difícil é começar. Por isso uma boa maneira de garantir que seus exercícios realmente aconteçam é agendá-los no seu calendário e que essa data não seja negociável, é preciso muita força de vontade. Principalmente no começo.
Truque: Se você fura com sua força de vontade, pense em as aulas que são ótimas porque você pode agendá-las antecipadamente. Muitos cobram uma taxa de cancelamento, o que ajudará a responsabilizá-lo. Convide um amigo para se juntar a você para uma aula, pois adiciona outra camada de responsabilidade.

3. Vá para a cama mais cedo.

Em vez de ficar acordado até tarde para assustar o Netflix, desenvolva um ritual para dormir quanto tempo realmente precisa. Tente evitar telas como o seu telefone e a TV pelo menos uma hora antes da cama.
Truque: Use este tempo para práticas de autocuidado como meditação, banho ou uma rotina calmante de cuidados com a pele. Saiba quantas horas de sono você precisa para funcionar no seu melhor (para a maioria das pessoas é 8).

4. Faça um plano de refeições.

Reserve um tempinho no domingo, por exemplo, para criar um plano de refeição saudável, você se prepara para se sentir incrível.
Truque: Se você é novo no planejamento de refeições, comece pequeno: Prepare apenas uma refeição saudável e um lanche no início da semana, isso ajudará a poupar-lhe as despesas desnecessárias e a fazer escolhas favoritas e com o tempo o planejamento mais fácil.

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5. Coma sem distrações.

Minha mãe sempre diz que comer sem distrações reduz o consumo excessivo, reduz a ansiedade e você se concentra de fato em comer. Nós somos todos culpados de sentar na frente da TV ou tocando no nosso telefone enquanto comemos.
Truque: Força de vontade. Esteja presente quando for comer, para isso é importante que você não esteja com pressa e que a alimentação não seja feita no intervalo ou prestes a começar algum programa preferido. Escolha de um bom momento ajuda muito.

6. Tire 5/20 minutos para desestressar.

Sim, apenas cinco minutos já pode fazer um mundo de diferença. Sempre falo por aqui da pratica da meditação – Experimente. E caso já tenha experimentado e essa prática não for pra você (o que acho muito difícil.) opte por estar em contato com natureza, ou um banho relaxante.
Truque: Tudo que você precisa é um lugar calmo, fique confortável e sente-se calmamente durante cinco minutos. Concentre-se em sua respiração e quando sua mente começa a vagar, traga seu foco de volta à sua respiração. O resultado é certo.

7. Saia para o lado de fora de casa. 

Gente, contato com a floresta é realmente uma coisa maravilhosa. Estar na natureza melhora a sua saúde mental, em vez ficar em casa aproveitando a netflix em um dia de sol, vá a um parque ou faça uma trilha e colha os benefícios de sair.
Truque: Faça um treino com um amigo ou planeje um piquenique, caminhada, etc. É grátis e você vai desestressar com contato social e exercitar-se ao mesmo tempo. E claro, se você desejar maximizar sua experiência com a natureza, planeje um fim de semana de acampamento para explorar uma beleza natural.

8. Prática de gratidão.

Ser grato lhe obriga a mudar seu foco do ruim para o bem e é maravilhoso. A gratidão (que foi cientificamente comprovada) tem resultados para melhorar saúde, autoestima, saúde mental e até mesmo dormir. A prática pode mudar sua vida.
Truque: Comece se comprometendo com um tempo consistente, tipo um ritual da hora de dormir. Com uma caneta e papel, ou um caderno de gratidão. Pense pelo que foi grata no dia de hoje e escreva ” Estou grata por…”. Tem dias que será incrível e as coisas vão surgir com facilidade e tem dias que vai ser um pouco mais difícil, respire fundo e deixe fluir. Mantenha essa pratica e repare os sinais de mudança.

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9. Sorria com frequência!

Um sorriso pode melhorar seu humor e reduzir o estresse. Então, vire os cantos da sua boca para cima, mesmo que não tenha motivos. Coisas boas vem com sorrisos abertos!

10. Sente-se direto.

Quando nos sentimos cansados ​​e deprimidos, nossos ombros tendem a se encurralar para dentro, nossas espinhas se acumulam, e basicamente caímos em nós mesmos. Sentar em linha reta pode melhorar instantaneamente a sua confiança, abrir os pulmões para obter mais energia e aumentar seu humor. De olho na postura!

11. Junte-se com um amigo.

Quando as coisas ficam dificil é comum que a gente se isole. Mas um bom bate papo com um amigo/a pode reduzir o estress e aumentar nosso sentimento de presença e felicidade.
Truque: Se conectar com pelo menos um amigo, tem que ser prioridade. E se você fizer qualquer uma das dicas acima, tipo praticar exercício, fica bem mais divertido e você já elimina duas dicas em uma jogada só. Show né?

12. Leia os rótulos.

Já estamos carecas de saber que o que os fabricantes podem, eles “escondem” de nós, isso é: está tudo escrito naquelas letrinhas minusculas feitas exclusivamente para passar batido, ou seja, é um abuso de açúcar, produtos químicos nos nossos alimentos, o que definitivamente, não precisamos, nem deveríamos consumir.
Truque: Assuma o controle. Menos é mais quando se trata de ingredientes, então leia os rótulos para garantir que você esteja colocando combustível premium em seu corpo.

E você? O que faz para se sentir melhor com você e sua vida? Me conta nos comentários.